quinta-feira, 1 de abril de 2010

Dia 5 - Ópera Garnier e Louvre

Olá fofinhos! Hoje é a Sandra a postar!

Hoje começou a nossa etapa “cultural”, ou seja, museus e edifícios enigmáticos aqui de Paris e arredores (sim, pois estamos a pensar deslocarmo-nos 200km, mas isso fica para uma das próximas edições).


Hoje acordamos cedinho… Sete da manhã já com o rabinho de fora da caminha quente, e às nove já no frio da rua, porque hoje estava muito vento de manhã. Os bilhetes para os transportes públicos não foram assim tão caros: quase 50€ para as seis coroas de Paris e para todos os transportes (comboio, metro e autocarro) durante cinco dias, e, apesar de sujos e malcheirosos, nem são muito “mal frequentados” (até me senti segura).



Depois de uma viagem de quase uma hora lá chegamos ao Louvre! Estava cheio de gente e nós ainda não tínhamos comprado o Paris Museum Pass, que tínhamos planeado comprar, para assim podermos entrar. Andamos então às voltas por Paris até encontrarmos um Tourist Point onde nos informaram que não valia a pena comprar o passe, pois, tal como aconteceu em Versailles, menores de 26 anos da comunidade europeia não pagam entrada em museus nacionais, o que é um espectáculo para as nossas carteiras!

Como estávamos um pouco desviaditos do Louvre, e já eram onze e tal da manhã, decidimos ir à Ópera Garnier, que ficava a dois quarteirões dali. Explicando para quem não conhece: O nome é Academia Nacional de Música mas, como foi projectada pelo senhor Garnier, ficou assim conhecida. Como não era um museu nacional, tivemos de pagar, mas mesmo assim não foi nenhum balúrdio.


A Ópera por dentro ainda me fascinou mais do que o palácio de Versailles, pois deve ter mais luxo do que a sala dos espelhos, por uma menor área, existindo no seu interior até uma sala semelhante com pé direito superior e com maiores janelas e espelhos, apenas era menor em comprimento; mas nunca se pode comparar com a envolvente do anterior, obviamente. Junto vão umas fotos para não vos maçar com os detalhes, mas tive a oportunidade de entrar num dos camarotes de luxo e aquilo até veludo tinha nas paredes! Simplesmente luxuoso. Nem imagino quanto custa um bilhete para um espectaculo…


Depois, como estava perto da hora do almoço, decidimos ir ao Mc Donalds que tínhamos visto pelo caminho para o Tourist Point e aproveitamos para dar uma volta pelas ruas de Paris até lá, optando por um caminho diferente, que nos levou a lojas como a Cartie, Channel, Dior, entre outras que nunca ouvimos falar sequer! Senti-me uma pacóvia.

Para além de lojas, ainda pude ver fachadas lindas, um edifício de lojas e escritórios com um conceito semelhante ao do Vasco da Gama (corredor de ligação entre dois locais: estação do oriente e actual parque das nações – só para quem nunca se tinha apercebido) que me atraiu imenso, juntamente com o urbanismo muito melhor do que o português: ruas e passeios largos, entre outros pormenores com os quais não vos vou aborrecer mais!

Após ao almoço (que nos remeteu para Portugal, por uns instantes, através do belo do Big Mac) lá fomos nós até ao Louvre! Reparem nas nossas caras de frio e no cabelo a voar...


Lindo… Mas apenas entusiasmante pelas primeiras duas horas… Depois a dor nos pés falava mais alto, e já olhava sem ver. Ficamos lá, no total, quatro horas e meia. Ah… E aquilo parecia pior do que a feira! Só gente por todo o lado e tirar uma foto decente era uma tarefa complicada.

(Vou apenas enunciar as obras mais enigmáticas, senão nunca mais saio daqui)

Começamos pela escultura: vimos a Maria Madalena, a Psyche e o Cupido, a Vénus de Milo (linda e enorme!), o gladiador e o escravo moribundo (fotos em anexo respectivamente).


Após passarmos a época etrusca, grega, egípcia (onde vimos uma múmia verdadeira) e oriental, chegamos ao piso da pintura. De importante estavam quadros de Vermeer, John Constable, Delacroix e, claro, Leonardo da Vinci (entre outros).

O quadro da Mona Lisa é pequeno e parecia ter mel ou dinheiro! Era tanta gente à volta, com um perímetro de protecção entre cinco a dez metros e 2 seguranças. Para conseguir vê-la tive de esperar e furar, e foi pena ter de ver de tão longe...
Fico mais satisfeita com fotos da internet, mas mesmo assim consegui ver, mesmo de longe, as suas cores!



Acabamos com uma exposição de arte africana e central e sul-americana, que não foi nada que nos marcasse, mas também já estávamos exaustos…


No final lembramo-nos que nos faltava ver a pirâmide invertida e acabamos por descobrir que havia la por baixo um centro comercial e tudo, como se pode confirmar pela foto (loja do lado esquerdo)


Não há nada de mais para contar, e mesmo assim já me estiquei bastante. Espero que não tenham achado aborrecido, pois este post também serviu de resposta a um comentário muito querido feito aqui.

Amanhã ainda temos destino incerto, mas logo saberão!

6 comentários:

  1. Ai d ti k nao me tragas um croissant de chez Paul !!!

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  2. Bem como eras tu Sandra a postar nao era para deixar ai nenhum comentario,mas como disses t ola fofinhos ka vai:
    Mcdonalds uauuuuu esses franceses sao muito a frente !! Nao havia um menu baguette ?

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  3. Caro frances

    Em primeiro lugar nao te vou trazer um croissant pois ia acabar por o comer no aviao. Nao dava. E nem sei onde fica chez Paul :p

    Em segundo lugar, fomos ao Mc Donalds so neste dia, e foi por falta de imaginaçao, porque ate agora andamos a comer baguetes ao almoço que sao bem melhores que o Mc Donalds. Ainda hoje comi uma baguete equivalente a bifana especial do Ti Ze do Cachorrao em termos de conteudo, que foi de comer e chorar por mais. A sorte e que a gente anda muito, da para ir mantendo a linha :p

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  4. realmente Tiago tu e esse cabelo no ar, para a próxima pentea-te sff, estás na França pah :P

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  5. Pois, foi uma chatisse, tive de andar sempre com um pente no bolso...

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